DE OLHO NA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR

Em 19 Agosto, 2013

frapatricia

 A intolerância alimentar é caracterizada pela incapacidade do organismo em digerir determinados alimentos e/ou aditivos alimentares. Os alimentos que mais causam intolerância alimentar são laticínios da vaca, glúten, trigo, ovo, castanhas,  nozes, amêndoas, amendoim, milho e soja.
Estima-se que metade da população mundial sofra com este problema. E, geralmente, os sintomas mais comuns são distensão abdominal, gases, diarreia ou prisão de ventre, dor de cabeça, cansaço, dermatites, refluxo, síndrome de dumping: enjoo, vômito, rubor facial, dor abdominal, suor em excesso, tontura, cólica, palpitação cardíaca, barriga inchada, além de problemas com o peso, variação entre prisão de ventre e diarreia, acne e depressão Os sintomas citados podem surgir muitos dias depois da ingestão do alimento agressor e quanto maior a quantidade de alimento ingerido, mais fortes serão os sintomas.

O Teste de intolerância alimentar

O teste de intolerância alimentar (IgG) pode ser requisitado pelo nutricionista ou médico e pode ser feito através de exame de sangue. Há laboratórios que conseguem verificar a intolerância alimentar em mais de 200 tipos de alimentos, mas já é possível realizar um teste mais simples no próprio consultório.
O Food Detective foi desenvolvido e produzido pela Cambridge Nutritional Sciences Ltda para identificar 59 alimentos que podem estar na origem de mais de 150 sintomas associados a intolerância alimentar. Quando identificados os alimentos, basta montar um cardápio com a retirada daqueles que causam a intolerância alimentar. A melhora dos sintomas é impressionante.


Tratamento: O tratamento para intolerância alimentar consiste na retirada dos alimentos intolerantes . Optar por não tratar a intolerância alimentar pode levar a situações como cansaço frequente, crises de enxaquecas e até mesmo depressão.

Intolerância alimentar em bebês

A intolerância alimentar em bebês pode ser identificada desde o início da infância se a criança apresentar sintomas relacionados com dificuldade digestiva como  refluxo, muitas cólicas e distensão abdominal. As mais propensas são as que possuem histórico de alergia ou intolerância alimentar na família e que não sejam alimentadas exclusivamente com leite materno até os 6 meses de vida. Não é muito fácil diferenciar as cólicas típicas dos bebês com as cólicas relacionadas à intolerância alimentar, mas a mãe pode ajudar tentando variar sua alimentação a fim de relacionar aquilo que ela come com o aumento da gravidade dos sintomas do bebê, já que tudo passa para o leite materno.

Dra. Patricia Augstroze é Nutricionista Clínica Funcional

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